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Mostrando postagens de Novembro, 2016

Depois dos trinta... (fato 2)

... coloquei aparelho.  Não é das sensações mais agradáveis do mundo, isso eu já sabia. Mas era um troço que eu sempre quis fazer e um belo dia na minha adolescência um profissional me disse que sim, eu precisava. Esse ano, depois de não conseguir a CNH decidi que era isso que iria fazer. Foi meio que uma compensação, sabe assim?!
Sempre amei meu sorriso, mas confesso que queria ele mais bonito. Mais branquinho, inclusive, mas achava bobagem clarear sem ajustar. Então, bora lá.  O problema maior era a mordida cruzada e nem tanto os dentenhos tortos.
~ Incluo isso nas vantagens de ser adulto. Poder fazer várias coisas sem precisar pedir autorização pra ninguém. Arcar com os custos das suas loucuras. ~

O fato é que aqui estou eu lidando com essa experiência dolorida que é o dito aparelho fixo. Entrei no quarto mês com o sorriso todo metalizado e confesso que vou da alegria desse status até o arrependimento e a sensação de ficar banguela. O tratamento está previsto para dois anos e meio…

Depois dos 30 ... (fato 1)

... mudei o cabelo radicalmente. Durante essa vida meu cabelo nunca recebeu uma tintura muito forte. Sempre foi crespo. Lindo! Mas essa beleza só assumi depois de um tempo. Lutei contra ela e a química manteve os fios lisos por um período.  O fato é que me achava com carinha de menininha (não que isso tenha mudado muito) e queria me sentir um pouco mais adulta.
O primeiro passo foi cortar. Eu já queria bem baixinho, mas a cabeleireira deixou no meio termo e eu curti. Depois de mais ou menos um ano baixei bem. Bem curto. Estilo joãozinho. Amei!  Mas ideias vieram vindo e com elas a vontade de mudar. Nunca tinha feito nada radical e percebo agora que esse era um lado meio reprimido da minha personalidade.  Sempre quis ser queridinha e boazinha e tinha necessidade de ser "gostada" por todos. O tempo e o último (e atual) emprego me ensinaram que as coisas não funcionam assim. Que nem todo mundo vai gostar de ti e nem precisa. Amor próprio é indispensável (maaaaas confesso que i…