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Tag: Vida de Gateira!

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Achei essa tag lá no blog da Rê  (ó as intimidade, hahaha) e não resisti. Minha história com gatos vem da infância. Já falei um pouco a respeito aqui . Na época desse post eu tinha só duas. Hoje tenho 4: Marie A mais velha, 8 anos. SRD. Logo que mudamos pra cá meu marido a adotou. Na época eu não queria um bichinho e a nossa adaptação (minha com ela e dela comigo) foi tensa. Quando me separei ela e a Bibi (in memorian) ficaram comigo e minha mãe. Ela era mais retraída, tímida, sempre na dela. Nunca foi muito de receber nem de pedir carinho. Esse ano ela ficou bastante doente, com um problema renal. E eu fiquei muito mal com isso. No período crítico da doença dormimos na sala, eu e ela. A cada hora eu a alimentava, dava água, aquecia e isso serviu para nos aproximar. Eu conheci a Marie esse ano. Aprendi a respeitar o jeito dela e nosso relacionamento melhorou muito. Amo muito essa velhuxca. A minha velha não come ração especial nem toma medicação di...

Das dores de morar longe

Falar com "os de casa" sempre dói um pouquinho. Já são quase oito anos longe. Nesse meio tempo alguns, não tão próximos, voltaram para o plano espiritual, muitos cresceram, alguns nasceram e eu acompanhei tudo via telefone e internet. Não digo que estaria fazendo muita coisa para ajudar caso estivesse lá, porque sempre damos valor quando já não temos mais. Mas mudar de lugar fez a minha mente e coração mudarem. Claro que eu sempre gostei de todos e da bagunça toda que é uma família, mesmo esta sendo uma família "torta" pra mim, já que a ligação sanguínea é bem de longe. Mas não estar lá perto para assisti-los me deixa com um pouco de remorso. Sempre me pego pensando como vou reagir quando souber que os mais caros partiram sem que eu os visse nesse plano uma última vez... e apesar do conhecimento e da crença que tenho, esse pensamento machuca. Com o andar da carruagem acabei vindo pra longe e tenho que me contentar com vê-los uma vez por ano e ouvi-los ...

Amor

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Oi! Já falei aqui do filme Up, Altas Aventuras? Nãããão?! Mas então logo, logo eu falo dele. Hoje vou deixar por aqui esse vídeo fofo com dois personagens do filme. O amor deles começa assim, desde pequenos, e dura uma vida toda. É lindo! A música também é linda e a montagem das cenas ficou emocionante (novidade, né?! Me emociono com tudo...) Fofo demais!! Bejubeju =*

O Sabonete

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Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, entra em uma loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe pra presente. -"É para meu amigo!" - diz com orgulho. O dono da loja ficou comovido, olhou com piedade para o seu freguês e sentiu vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, ficou indeciso. Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não. O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar. Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão. O homem ficou ainda mais comovido e continuava seu conflito mental. Lembrou-se então dos seus amigos. Fora pobre e muitas vezes também desejara presentear seus amigos. Quando conseguiu emprego, alguns dos seus amigos já haviam partido, suas vidas haviam tomado rumos diferentes. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas ...

Doces monstrinhas

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Tive muitos cachorros quando era criança. Se não errei as contas foram sete. Alguns morreram devido a uma peste que diziam estar impregnada no terreno onde morávamos. Uma cachorrinha acabou sendo doada para um senhor que possuía um sítio, por que ela não tinha nada de “inha”. E como o muro lá de casa era baixo, ela atormentava os vizinhos, hehehehe. O último cãozinho que tive também doei. Ele era muito fofinho, todo preto e bem nervosinho. Sem paciência para educá-lo, encontrei alguém que poderia fazer isso. Mas gatos tive apenas dois na infância: a Papinha que era toda branquinha e ganhou esse nome inspirada no Mingau da Magali e o Chatran, com as costas, cabeça e rabo cinza e as patinhas brancas. Adorava esse gato! Ele era filho da Papinha e teve mais três irmãzinhas que foram distribuídas pela vizinhança. Sem mentira, ele viveu uns onze anos, contando com um que ele sumiu e pensávamos que havia morrido. Aquele gato era uma figura! Viva solto, passeava pelo bairro e quando pequeno se...

Solidariedade

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Oiê!!! Passeando pelos blogs da vida, encontrei um post da Clarissa Correa  onde ela fala de pessoinhas que precisam de ajuda. Doação de sangue, de medula, de tempo, orações, tudo vale. E fica aki a minha contribuição. Vamos divulgar e ajudar. Não é só de dinheiro que eles precisam, as orações também são muito bem vindas. Lá encontrei as histórias da  Ana Luiza , do pequeno Guilherme , que tem apenas oito meses, e da   Maria Clara . Lembrando que esse são apenas alguns casos, dos tantos que existem nesse nosso mundão. Fui =*